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quinta-feira, 19 de maio de 2011

TUF 13 Episódio 7: Sangue, suor e chororô

Preparem-se psicologicamente para níveis extraordinários de MENINICE neste episódio. Len Bentley, do auge de sua humildade, não consegue crer que não foi o escolhido para “coringa” – e está disposto a infernizar a todos por causa disso. Brock Lesnar, por sua vez, faz questão de lembrar a todos que é um coach relapso (e um jogador de futebol americano surpreendentemente inábil). Junior Cigano, sempre fofo, subiu mais uns pontos na escala Ghandi, enquanto Chuck O’Neil, agora um mocinho asseado e composto, fez Len engolir suas infinitas e insuportáveis súplicas chorosas.
Após nos entediar até a morte com uma enxurrada de lamentações por não ter sido escolhido para a vaga de “coringa”, Len decide reclamar com o chefe Dana White. “Você devia ter aparecido com essa paixão toda há duas horas”, diz o careca com o tato habitual. Len, inconformado, diz que “teve seu sonho arrancado” – provavelmente esquecendo que nada disso estaria acontecendo se ele tivesse, ahn, GANHADO A LUTA. Brock lembra que todos tiveram a chance de ganhar e fazer apelos convincentes pela vaga. Um argumento que seria justo caso Brock tivesse de fato assistido às lutas (ou se dado ao trabalho de memorizar os nomes de seus pupilos, quem sabe).
Como eu já havia antecipado, Len decide descontar suas frustrações em Chuck, dando a entender que o adorável leprechaun desgrenhado não teria merecido a vaga. Um ótimo perdedor, vê-se logo. A essa altura, ninguém mais tem muito saco pra ladainha do Len, muito perdido em seus próprios delírios de grandeza para perceber o quão imbecil estava soando. Ah, bem. É só ele perder umas três lutas no UFC e se foder bastante (Efrain Escudero style) no mundo real para entender que não é 1/3 do badass que acredita ser. Observem.
Aproveitando o ensejo, Len começa a esculhambar Brock, que “deveria aprender a falar com caras crescidos com mais lutas que ele”. Hum. OK que o Len é babaca, mas ele tem um ponto aí. Beira o cômico ver o Brock dando esporrinho em caras que já fizeram bem mais lutas que ele. “Ah, mas o Brock lutou no UFC”, vocês dirão. Sim, mas ele não chegou lá exclusivamente por seus méritos atléticos ($$$$$$$$$$$$$$$). Óbvio que ele não virou campeão brincando de fazer bolinha de cuspe e mastigando tabaco, mas a única coisa que o diferencia da maioria daqueles caras, em princípio, foi ter conseguido uma oportunidade. Cadê a moral para essa superioridade toda? Mas enfim, voltando ao programa… Ramsey Nijem, a voz da razão (?), dá uma segurada no delírio autoindulgente de Len.
No treino do Team dos Santos, o clima é harmonioso. Cigano está sendo a coisa fofa de sempre, encorajando a galera. Javier parece focado, tudo está ótimo e Cigano espera que o pupilo faça jus às expectativas na hora do “vamos ver”.
Corta para Len, a murta-que-geme, que continua falando pra quem quiser ouvir que deveria ter conseguido a vaga. Pelo menos o cara teve os cojones para levar todo o chororô diretamente para o treinador. Brock primeiro fala que um dos motivos pelos quais Len não foi escolhido foi seu joelho. Depois, meio acuado, admite que a empolgação do Dana White com as últimas lutas pode ter influenciado na escolha de Chuck. Len decide que quer ser feliz e para de chorar. Brock começa a questionar sua própria escolha quando sente que Chuck está meio desmotivado.
Mas não parece ser o caso. Chuck decide raspar a barba mendiga para voltar a seu “antigo eu” e não deixar a imagem de um cara que só queria se divertir. Justo. E não é que o look “velho maluco com 30 gatos e três pombos-correios” não fez falta? Chuck, asseadinho e próprio, está determinado a fazer valer sua segunda chance. Rola uma intriguinha na casa entre Chris Cope – aparentemente escolhido como pária da edição – e Shamar Bailey, o encrenqueiro. Aparentemente, Chris estava gritando e Shamar ficou putinho e, mesmo após pedidos de desculpa, quer bater no Chris.

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