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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Melhor lutadora de MMA do mundo, Cris Cyborg deixa Strikeforce e luta em agosto no Brasil

No último domingo (26), a brasileira Cris Cyborg completou um ano afastada do octógono do Strikeforce, período este que, como previsto em contrato, deixa a lutadora livre para negociar com qualquer organização. 
“Desempregada” por três dias, Cyborg já tem data marcada para seu retorno e, para surpresa de seus fãs, será no Brasil, como confirmou ao
R7 seu empresário, o líder da academia Chute Boxe Rudimar Fedrigo.

- Ela está sendo requisitada por muitos eventos e, inclusive, lutará no dia 13 de agosto em Porto Alegre. Também já temos dois combates marcados em Cingapura, com o primeiro agendado para setembro.


Apesar de ser a número um do mundo entre as mulheres, a curitibana sofreu de um velho conhecido dos atletas: a falta de reconhecimento. No seu caso, o financeiro.


- O contrato encerrou e não chegamos a um acordo financeiro, mas continuamos conversando. Gostaria que ela continuasse, mas a atleta vê necessidade de ser valorizada, e o evento, infelizmente, não vê desta forma.


Aos 25 anos, a curitibana acumula em seu cartel dez vitórias no MMA, sendo oito por nocaute, e apenas uma derrota. Entre seus maiores feitos, o nocaute aplicado em Gina Carano, em 2009, registrou a maior audiência da história do evento na época (a terceira marca até hoje), naquela que foi a única disputa feminina a ocupar o posto de luta principal da noite.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Treinador de boxe de feras do MMA diz que esporte "nunca pagará os milhões do Pacquiao"

Um dos principais treinadores de boxe no Brasil, com passagens pela seleção olímpica, o paraense Ulysses Pereira já treinou, inclusive, o quatro vezes campeão do mundo Acelino “Popó” Freitas, sobre quem não cansa de dizer que trabalhou junto em três destas grandes conquistas da modalidade para o país. Acompanhando o momento atual de queda de popularidade do esporte, em contrapartida com o rápido crescimento do MMA junto à mídia, Ulysses, assim como diversos treinadores de ponta das mais variadas artes marciais, também comanda a preparação de atletas do antigo vale-tudo.

- Já que é uma mistura de artes marciais (MMA), os atletas precisam de treinadores qualificados em todas as áreas, como eu, Dorea, e Distak no boxe, por exemplo. Comecei no MMA com o Vitor Belfort, mas depois trabalhei com o Wanderlei Silva, Shogun, Cris Cyborg, Lyoto Machida, entre outros.


Morando em Belém, onde coordena os treinos de mais de 300 alunos entre profissionais, amadores e apenas praticantes, o técnico, que acompanha de perto a realidade dos dois esportes, foge do discurso padrão e alfineta os amantes incondicionais da mistura de artes marciais.


- Muita gente fala que o MMA está tomando o espaço do boxe, mas isso é errado. O MMA está ganhando seu próprio espaço. No boxe profissional você vê lutadores ganhando até US$ 20 milhões, como o Many Pacquiao, coisa que o MMA nunca vai pagar, pode ter certeza.


Aproveitando a passagem de Ulysses no Espírito Santo no último fim de semana (25) para acompanhar a luta de Illiarde Santos no Jungle Fight, o treinador conversou com exclusividade com o
R7. Leia a seguir.

R7 – Ulysses, como você passou a treinar atletas de MMA?
Ulysses -
Minha carreira no MMA começou quando eu treinei o Vitor Belfort, que inclusive foi campeão do UFC em cima do Randy Couture quando estava comigo. Depois veio o Wanderlei Silva, Maurício Shogun, Cris Cyborg, Evangelista Cyborg, Daniel Acácio, entre outros. Agora estou em Belém, onde já treinei o próprio Lyoto Machida. Mas que fique claro, sou um professor de boxe, e não de MMA. Sou contratado para afiar as mãos dos atletas para o MMA.

R7 – Qual a diferença do treinamento de boxe para o MMA e de boxe profissional?
Ulysses -
Trabalho com outras combinações de golpes. A distância também é outra, além da forma de movimentação. No MMA não se pode abrir espaço para ser colocado para baixo ou tomar um chute. Então, há diferença técnica e tática. No MMA, eu trabalho até mesmo a forma de bater no ground and Pound. São diferenças mínimas, mas que fazem a diferença.

R7 – Você vê muita dificuldade em treinar um atleta com origens em outras modalidades, como o jiu-jitsu, ao invés de um boxeador puro?
Ulysses -
Não. Trabalhei com alguns lutadores de jiu-jitsu, inclusive com o André Galvão, que é muito bom e campeão mundial. Por incrível que pareça, a inteligência que ele desenvolve no jogo de chão, ele também desenvolve para o boxe. Ele trabalhava muito bem comigo, e espero treinarmos juntos de novo.

R7 – Hoje, morando em Belém, quantos atletas você treina?
Ulysses –
Treino mais de 300 lutadores entre atletas de MMA, boxe olímpico e profissional. Só no meu projeto social eu tenho 80. Também treino lutadores de muay thai e jiu-jitsu, cada um com a sua qualidade e sua necessidade.

R7 – E no MMA, quem são os seus principais atletas?
Ulysses -
Na minha academia tenho o Illiarde Santos, que vem despontando no Jungle Fight, o Paulão, o Breno, Bira, que é um peso pesado bem forte, entre outros. São muitos, mas a dificuldade é a distância que essa garotada enfrenta para lutar em eventos de maior visibilidade.

R7 – Como você vê o cenário de atletas no Pará?
Ulysses –
Temos muitos atletas de ponta como o Yuri Marajó, Sapo, Lyoto, Queixinho, Michel Trator, enfim, são vários, o Pará é um celeiro de grandes lutadores de MMA. Se tivéssemos um pouco mais de apoio, o Pará iria revelar muitos mais atletas de ponta.

R7 – Você acha que a tendência é que os treinadores de boxe também migrem para o MMA?
Ulysses -
A tendência é crescer. Muita gente fala que o MMA está tomando o espaço do boxe, mas isso é errado. O MMA está conquistando seu próprio espaço. O boxe é milenar, uma das modalidades mais antigas nas Olimpíadas, essa comparação nem deveria ser feita. No boxe profissional você vê lutadores ganhando até US$ 20 milhões, como o Many Pacquiao, coisa que o MMA nunca vai pagar, pode ter certeza. Nós, treinadores, temos a obrigação e buscamos a evolução sempre. Já que é a mistura de artes marciais, os atletas precisam de treinadores qualificados em todas as áreas, como eu, Dorea, e Distak no boxe, por exemplo.

R7 – Qual a sua meta como treinador de atletas que disputam MMA?
Ulysses -
Tenho o meu centro de treinamento, que é a maior academia de boxe da América do Sul, com 100 metros de comprimento, 44 sacos de boxe, ringue, tatame e octógono. Minha meta é, com o meu boxe, trabalhar com lutadores cada vez mais de ponta e aprimorar e fazer campeões, assim como o Illiarde Santos, que começou ali na nossa academia, e hoje está há um passo de lutar no exterior.

R7 – Porque você acha que o boxe perdeu espaço na mídia brasileira?
Ulysses –
O boxe nunca fez parte da cultura brasileira. Tivemos o Popó, agora por último, e antes o Maguila, Miguel de Oliveira e o campeão Éder Jofre. O jiujitsu não, foi uma modalidade praticada por pessoas com melhor situação financeira. Então, quando surgiu o MMA, ele era praticado por atletas de jiu-jitsu, e a probabilidade de crescer rapidamente pela própria condição econômica dos praticantes era muito maior.

R7 – Para terminar, qual o melhor boxeador entre os alunos de MMA que já passaram pelas suas mãos?
Ulysses -
O Vitor Belfort, com certeza. Ele tem um boxe muito afiado.

Fonte: R7

terça-feira, 28 de junho de 2011

Shogun, o lutador que saiu das passarelas para o octógono

A maioria dos participantes brasileiros do UFC ainda está se acostumando com os holofotes - o evento é cada vez mais popular no mundo todo, e os lutadores foram transformados em celebridades. Um deles, porém, já está muito à vontade com as câmeras. Essa desenvoltura fica clara na hora de realizar as fotos promocionais no evento de apresentação do UFC Rio, marcado para 27 de agosto. Maurício "Shogun" Rua deixa sua timidez de lado e mostra estar confortável diante das lentes dos fotógrafos. É que antes de se tornar lutador profissional do MMA, Shogun ganhava dinheiro fazendo ensaios como modelo. O trabalho nas passarelas começou em 1998, quando ele tinha 17 anos e foi abordado pelo olheiro de uma agência nas ruas de Curitiba, sua cidade natal. Shogun começou a lutar profissionalmente quando tinha 19 anos, e, com o tempo, foi deixando o antigo trabalho de lado. Ainda que quisesse continuar sendo modelo, não conseguiria - as marcas deixadas pelos combates impediriam que ele seguisse a outra profissão.

Por um bom tempo, a carreira de modelo garantiu um reforço no orçamento de Shogun. Mas chegou uma hora em que foi preciso fazer uma escolha. "Quando era modelo, não podia aparecer com o rosto machucado, né?” A massa muscular também dificultou a conciliação dos trabalhos - para fazer ensaios fotográficos, Shogun não poderia ficar musculoso demais. O lutador diz ter orgulho desse capítulo inusitado de sua biografia, mas não se arrepende em nenhum momento da decisão que tomou ao largar a carreira de modelo. "Já desfilei bastante, é uma coisa que eu gosto muito de fazer. Mas agora, minha vida é dentro do octógono. E é isso que eu amo de verdade." Aos 29 anos, Shogun vem representando bem o Brasil. Ele conquistou o cinturão dos meio-pesados no UFC 113, em 2010, após vencer o brasileiro Lyoto Machida. Perdeu o título no UFC 128, em 2011, após ser facilmente vencido pelo jovem Jon Jones, 22 anos. A luta em que o brasileiro deixou escapar o título é muito comentada até hoje.

Quando enfrentou Jones, Shogun estava se recuperando de uma lesão. Muitos especialistas achavam que o brasileiro não deveria ter aceitado a luta. Comentou-se até que ele foi obrigado a entrar no octógono - o que ele nega. Shogun afasta a polêmica. "Eu estava 100% recuperado, mas sem ritmo de luta. Passei um tempo sem lutar, perdi o ritmo. Mas isso não é desculpa. Eu aceitei a derrota." No UFC Rio, Shogun terá a melhor chance possível de voltar a figurar entre os melhores. Ele enfrentará o americano Forrest Griffin, ex-campeão dos meio-pesados, que já venceu o brasileiro em 2007. Especialista em muay thai e jiu-jitsu, Shogun disse que ainda não pensou em qual estratégia usará na luta nem em como seria conseguir o título outra vez. "Procuro não pensar no cinturão. Seria um desrespeito com o Forrest. Ainda preciso vencê-lo." O brasileiro tem elogios de sobra ao adversário: "Forrest é um cara completo, tem um gás muito bom". Mas o ex-modelo, pronto para encarar os holofotes mais uma vez, avisa: "Estou preparado para o confronto".

domingo, 26 de junho de 2011

UFC demite lutador horas antes de combate

O presidente do UFC, Dana White, informou no sábado (25) que Nate Marquardt foi demitido do evento. Ele lutaria neste domingo (26) contra Rick Story no UFC on Versus 4, quando faria a estreia na categoria meio-médio (até 77 kg).White usou o Twitter para divulgar um vídeo no qual comunica não apenas que o lutador foi cortado do evento horas antes da pesagem, mas ele que também não faz mais parte do UFC. O chefão da organização não deu mais detalhes sobre a demissão. Disse apenas que o lutador não havia sido liberado pelos médicos.

Em declaração ao site MMA Fighting, Marquardt pediu desculpas aos fãs.


- Eu estava ansioso por fazer a estreia nos meio-médios do UFC. Peço desculpas por deixar todos decepcionados.


Segundo uma pessoa ligada ao lutador, ele fará um pronunciamento para explicar os motivos do corte e da demissão.


Principal desafiante

Marquardt já foi considerado um dos melhores lutadores da categoria peso-médio (até 84 kg), na qual Anderson Silva reina absoluto desde 2006. O americano, inclusive, foi um dos oito desafiantes que já tentaram tirar o cinturão do brasileiro. Em julho de 2007, Marquardt foi nocauteado no primeiro round pelo Spider.


Em 2011, ele resolveu seguir conselho de Georges St. Pierre e desceu de categoria. Se passasse por Rick Story neste domingo, já seria colocado entre os principais desafiantes ao cinturão que pertence ao canadense.


Mudanças

Sem Marquardt, o card do UFC on Versus 4 sofreu mudanças. O americano Charlie Brenneman susbstituirá o lutador contra Rick Story, mas a luta não será mais a principal da noite. O duelo entre Cheick Kongo e Pat Barry será o duelo de mais destaque no evento.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Anderson Silva: ansioso pela sua 'segunda estreia' no Brasil



Antes de começar a entrevista coletiva para divulgar os detalhes da venda de ingressos para o UFC Rio, na última quinta-feira, os principais lutadores envolvidos no evento passeavam pelos corredores do Copacabana Palace. Um deles chamava mais atenção que todos os outros. Vestido com um paletó escuro risca-de-giz, Anderson Silva foi o último brasileiro a chegar ao local, sempre acompanhado - na verdade, escoltado - por dois assessores. Antes do início da venda das entradas, o campeão da categoria dos peso-médio explicou que esperava contar com o apoio da torcida brasileira no dia do combate. E seu desejo foi atendido: os ingressos se esgotaram em menos de duas horas.


A luta no Brasil, marcada para o dia 27 de agosto, será especial para Anderson. Ele tenta resgatar na memória, mas não consegue se lembrar da sensação de disputar um combate em seu país. "Para ser sincero, não me lembro da última vez que lutei por aqui. Acho que foi no Storm, mas não tenho certeza. Só sei de uma coisa: eu ganhei", diz, sorrindo. Em seguida, explica que o evento no Brasil vai ajudar a divulgar o esporte no país. "É uma grande oportunidade para a gente mostrar a força que o Brasil tem no esporte. Só espero conseguir corresponder às expectativas dos fãs e fazer uma boa luta", afirma, ao imaginar como será essa "reestreia" no Brasil, em sua primeira luta desde que virou um grande astro.
Durante a conversa, Anderson é chamado pelos patrocinadores para uma sessão de fotos. Ele até tenta continuar a entrevista, mas é obrigado a sair. Depois de cerca de meia hora, o lutador retorna, pedindo desculpas e brincando com o assédio. “Os caras foram mal educados, me perdoe. Mas isso faz parte do trabalho.” Assessorado pela 9ine, a empresa de marketing esportivo de Ronaldo, Anderson parece estar aprendendo a lidar com os holofotes. O lutador aproveita para comentar o último jogo do Fenômeno com a camisa da seleção brasileira. "Foi emocionante ver o Ronaldo jogar pela última vez. Antes mesmo de ter negócios com ele, eu já era muito fã."

'Eu não perdi' - O Spider adiantou que, se vencer o confronto no Rio, vestirá a camisa do Corinthians, como fez em sua última vitória, no UFC 126. Sua luta será a principal do UFC Rio. Além de defender um recorde no evento - 14 vitórias consecutivas -, Anderson irá enfrentar o último lutador a sair do octógono sem ser derrotado pelo brasileiro: o japonês Yushin Okami. Em 2006, Anderson foi eliminado após acertar um golpe proibido em Okami durante o extinto Rumble on the Rock. Para a luta de agosto, o campeão evita o clima de revanche - afinal, nem considera ter perdido o confronto. “Gostaria de corrigir essa informação. Eu não perdi", disse, durante a coletiva, quando se discutia a luta de 2006.

Okami é treinado pelo americano Chael Sonnen, que Anderson derrotou no UFC 117. Depois do confronto, Sonnen foi pego no teste antidoping e um exame constatou que o brasileiro entrou no octógono com uma lesão na costela. O americano passou a infernizar o brasileiro, insinuando que Anderson seria homossexual e insultando o país do rival - disse, por exemplo, que o lanche dos brasileiros é a cocaína. Questionado sobre as provocações de Sonnen, o campeão desconversa, dizendo que não ouviu ou leu nada. O Spider diz que que não levará as provocações do americano para o octógono. "Isso é indiferente para mim. Tenho que entrar na luta consciente para fazer um bom espetáculo."

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Encerrada a venda de ingressos para o UFC Rio

Com venda exclusiva pela internet, ingressos esgotaram em menos de duas horas

A venda de ingressos para o UFC Rio, marcado para o dia 27 de agosto, já está encerrada. Em menos de duas horas, somando a pré-venda, exclusiva para os clientes de um banco, os fãs compraram todas as entradas para o evento de lutas mais esperado de 2011. O anúncio da venda dos ingressos foi feito nesta quinta-feira, pelo presidente Dana White, no Rio de Janeiro.

Com o preço variando entre 275 e 1.600 reais, a pré-venda começou às 20h desta quinta e durou menos de 40 minutos. A venda foi exclusiva pelo site ingresso.com,o que fez com que o portal ficasse inacessível para a maioria que desejava adquirir as entradas. Os ingressos normais começaram a ser vendidos às 23h30 desta sexta-feira e duraram apenas 1h14.

Para instalar telões no setor das arquibancadas, como acontece em outros eventos pelo mundo, os organizadores foram obrigados a suspender a venda de quase 3.000 ingressos. Assim, foram disponibilizados apenas 14.000 lugares - menos que em outros eventos, que têm em média 20.000 espectadores e chegam a ter 55.000 - público recorde do UFC 129, no Canadá. Os ingressos para as lutas no Rio de Janeiro, que serão no HSBC Arena, foram considerados caros. No UFC 126, realizado em Las Vegas, as entradas variavam entre 120 e 1.280 reais. Como Dana White já antecipou, a franquia deve se estender para outras capitais brasileiras.

domingo, 19 de junho de 2011

UFC no Rio: ingressos esgotados

Em pouco mais de uma hora foram vendidos todos os 16.572 ingressos para a edição do Ultimate Fighting Championship (UFC) no Rio de Janeiro marcado para o dia 27 de agosto. É a primeira vez que em uma década que o evento será realizado em território brasileiro.

“Valeu fãs do @ufc_brasil!! Todos os ingressos já estão esgotados no site da @ingresso_com!!! #UFCRio”, comunicou na madrugada deste sábado, pelo Twitter, a empresa que comercializa as entradas, que variavam entre 275 e 1.600 reais. A luta principal do evento será pelo título dos médios entre o brasileiro Anderson Silva e o japonês Yushin Okami.

A venda oficial foi aberta pontualmente às 23h30 desta sexta-feira. Um dia antes, entretanto, às 20h, foi aberta a pré-venda para o evento, que acontece na Arena Multiuso, na capital fluminense. Apenas clientes do banco HSBC puderam comprar o lote de ingressos, que se esgotou em cerca de 30 minutos - a previsão era de que a pré-venda durasse até as 20h do dia seguinte.

sábado, 18 de junho de 2011

Dana White quer levar UFC para outras cidades do Brasil

O presidente da UFC, Dana White, aproveitou o anúncio do início da venda de ingressos do UFC Rio para revelar a intenção de levar a competição a outras cidades do Brasil. “O Rio de Janeiro é uma cidade admirada por todo o mundo. Mas não iremos parar por aqui, tenho certeza que em breve estaremos em outras grandes capitais desse país”, afirmou.

Com um tom de voz alto, mesmo com microfone, explicou a razão do crescimento da modalidade de lutas marciais mistas (MMA, na sigla em inglês). “No Brasil o futebol pode ser o esporte número 1, mas as pessoas são fãs de luta, está no sangue de todo mundo.” O americano buscou deixar claro que se preparou para evitar os problemas de organização da última vez que o UFC esteve na cidade, em 1998. “Ninguém invadirá o octógono desta vez, eu garanto. Serão lutas fantásticas.”

O manda-chuva da franquia também anunciou a programação oficial dos combates, marcados para 27 de agosto. Está confirmado o confronto entre Anderson Silva (segundo Dana White, o melhor do mundo) e o japonês Yushin Okami, último lutador a derrotá-lo, em 2006.

Ambos estavam presentes ao evento de apresentação, ao lado de outros lutadores. Okami deixou transparecer não ser um homem de muitos sorrisos. O seu momento mais descontraído foi quando o americano Forrest Griffin, sentado ao seu lado, quase caiu da cadeira. Vestido com um paletó preto com risca de giz, Anderson Silva se sentiu incomodado ao ser questionado sobre a derrota. O Spider disse não ter perdido a luta – o brasileiro foi desclassificado por aplicar um golpe proibido.

Ingressos caros – A popularidade do esporte no Brasil e o carisma dos lutadores brasileiro ajudaram na decisão de elevar o preço dos ingressos. As entradas vão custar de 275 e 1.600 reais. Como comparação, os bilhetes para o UFC 126, realizado em Las Vegas, custaram entre 120 e 1.280 reais.

A venda começa na noite desta quinta-feira, apenas pela internet e só para clientes do banco HSBC, um dos patrocinadores. Na sexta-feira, a partir das 23h30, a compra vai ser liberada para outros interessados.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

UFC no Rio: ingressos nesta quinta, de 275 a 1.600 reais

Faltando quase dois meses para o UFC Rio, marcado para o dia 27 de agosto, os responsáveis pelo evento divulgaram nesta quinta-feira as informações que os fãs brasileiros tanto esperavam: os preços e prazos de venda dos ingressos. As entradas começarão a ser vendidas já na noite desta quinta, apenas pela internet e só para os clientes do banco HSBC, um dos patrocinadores do evento. E os valores são salgados: entre 275 e 1.600 reais. Em entrevista coletiva concedida no Hotel Copacabana Palace, Dana White, presidente do UFC, também anunciou que o evento no Rio de Janeiro será transmitido ao vivo pela RedeTV! e pela TV paga, na rede Globosat.

Os fãs que não são clientes do HSBC terão que esperar até sexta-feira para tentar um ingresso. Esses bilhetes devem começar a ser vendidos a partir das 23h30 horas. Além das entradas mais baratas, de 275 reais, e mais caras, de 1.600 reais, há bilhetes de 1.000 e 450 reais. A venda exclusiva pela internet é comum nos eventos do UFC. No Brasil, o site responsável pela comercialização das entradas é o Ingresso.com. Para o confronto no Rio de Janeiro, a organização do UFC irá disponibilizar 16.572 ingressos.

Dana White aproveitou para divulgar o card das lutas principais e confirmou o que todos já sabiam: Anderson Silva fará a luta mais importante da noite contra o japonês Yushin Okami. O "Spider", como Anderson é conhecido, não será o único brasileiro no octógono: Maurício Shogun Rua, que perdeu o cinturão para Jon Jones no UFC 128, e Rodrigo Minotauro Nogueira também estão confirmados. Os lutadores estavam presentes na coletiva desta tarde. No discurso de abertura, Dana White aproveitou para elogiar Anderson Silva, dizendo que o brasileiro é o melhor lutador de artes marciais mistas (MMA) do mundo. O Spider agradeceu, e disse que o evento será "o Brasil contra o resto do mundo".

quinta-feira, 16 de junho de 2011

UFC Rio: preço dos ingressos serão divulgados nesta quinta

Na tarde desta quinta-feira, um dos momentos mais esperados pelos fãs das artes marciais mistas: os responsáveis pelo UFC irão divulgar preços, datas e locais da venda de ingressos para o evento no Rio. As lutas estão marcadas para o dia 27 de agosto, na HSBC Arena.
O anúncio será no hotel Copacabana Palace, e contará com atletas e dirigentes do esporte, como Dana White, presidente do UFC, Lorenzo Fertitta, CEO do UFC; e os lutadores Anderson Silva, Yushin Okami, Maurício Shogun, Forrest Griffin, Rodrigo Minotauro e Brendan Schaub. O confronto principal do UFC Rio será entre Anderson Silva e Okami.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Brasileiro desfigura rosto de rival no UFC 131

Junior Cigano foi o único entre os brasileiros a vencer no UFC 131, realizado na madrugada do último domingo, no Canadá. Especialista em boxe, o lutador deixou o rosto do seu adversário, o americano Shane Carwin, desfigurado após três rounds dominando a luta. Mesmo com os ferimentos, o americano não desistiu do combate, que foi decidido pelos juízes, de forma unânime, a favor do brasileiro.
Com a vitória, Junior Cigano se credenciou para lutar contra o campeão da categoria pesado, Cain Velásquez. Dana White, presidente do UFC, ainda não confirmou, mas o confronto deve acontecer ainda em 2011. Catarinense de 26 anos, Cigano tem 13 vitórias e 1 derrota em sua carreira.